

Existe uma grande diferença entre saber o gosto das crianças e entender como se comporta essa nova geração, que nasceu num mundo invadido por computadores, internet, telefones celulares, videogames. Muito além de uma parafernália eletrônica, esses equipamentos são parte indelével da vida dessa nova geração que nunca conheceu um mundo sem elas. A nova geração de nativos digitais nos convida a encontrar um papel no seu universo e força os pais a escolherem diariamente entre ser protagonistas, coadjuvantes ou simples figurantes na aventura cheia de descobertas importantes que acontecem nesta fase.
Nosso objetivo aqui é ajudar as mães a entender melhor seus filhos e sentir que não estão sozinhas ao tentar entender qual o papel dessas novas mídias dentro do mundo de seus filhos, como eles interagem com elas e como elas podem ser usadas de uma maneira positiva, sem que a mãe “invada” o espaço dos filhos. Afinal, como mães Trakinas, somos especialistas em crianças, mais especificamente em crianças modernas e no seu jeito multiconectado e multitarefa.
O que faremos é dar opções às mães, mostrando como envolver a hiperconectividade da garotada e o mundo físico off-line, integrando-o na sociedade através de exercícios, estudo e interação com todos. A idéia é estabelecer um diálogo e fornecer informações às mães, 1.0 assumidas, para que elas entendam melhor seus filhos e tenham informações para conviver com eles e decidir como eles se relacionarão com o universo no qual estão inseridos. Para isso, além de nossa experiência como mães e profissionais, contaremos com conteúdos desenvolvidos por especialistas nos mais variados campos de conhecimento, como Informática, Psicologia, Pedagogia e Sociologia.
No site, cada seção permitirá variados graus de envolvimento, de modo que você já possa aproveitar muita coisa enquanto aprende a usar o resto das ferramentas. A cada progresso, você se sentirá mais confiante e apta a usar melhor o site e a web como um todo.
Nossas principais interlocutoras aqui serão:
Samantha Shiraishi: mãe, especialista em jornalismo digital e com ampla atuação com mídias sociais e blogs de cultura e comportamento.
Liliane Ferrari: mãe, blogueira, com mais de dez anos na área de produção de projetos culturais e de arte-educação.
Cybele Meyer: mãe, educadora, blogueira, pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, e em Docência do Ensino Superior e tutoria em Docência em Ensino a Distância.
Nosso conteúdo editorial terá a importante chancela da Editora Abril, que trará sua rica experiência na produção de conteúdo de qualidade e credibilidade.
Bem-vinda, então! Será uma delícia nossa experiência juntas! Contamos com sua participação comentando, perguntando e compartilhando conosco as histórias de sua família Trakinas.
Moro longe dos avós dos meus filhos há 4 anos e admito que algumas vezes por mês eu me pego pensando em como seria bom se minha mãe morasse na mesma cidade que eu. Engravidei morando no exterior e voltei para minha cidade para ter o bebê (que seria primeiro neto dos dois lados), mas 4 anos depois meu esposo foi transferido de trabalho e acabei a 450 km de toda família.
Quando vejo a convivência afetuosa das crianças com os avós eu me pego sonhando com a chance de morarem perto, poderem se encontrar mais vezes e também penso nas oportunidades que meus filhos teriam se tivessem perto uma pessoa que os ama e que tem tempo para se dedicar. Meus sogros moram perto das sobrinhas de meu esposo (e por um ano as 3 ficavam na casa deles sob os cuidados de uma babá, sob os olhos atentos de avós e bisavó) e é bonito ver a relação que construíram com a neta que levam à escola, à natação e aos passeios.
Nestas férias meus filhos estão na casa da minha mãe e ao ouvir ela me contar que os levou aos " médicos" (pediatra, ortopedista, dentista) para fazerem check-up anual, me assustei. Percebi que se ela morasse perto até mesmo estes cuidados nós teríamos passado para eles - ou não? Fiquei de coração dividido, mesmo sabendo que trazer os avós para perto dos netos não é uma decisão que me compete!
E você, leitora, como é a presença dos avós na vida dos seus filhos?
:) * Samantha Shiraishi, 35 anos, mãe de Enzo (8) e Giorgio (6) é jornalista, blogueira (em A Vida Como A Vida Quer), entusiasta de mídias sociais online e se gaba de até hoje ler gibi, brincar com joguinhos e visitar exposições com olhar de criança.
Graciete Martins Ferreira - 23/04/2009 16:24
eu nao conheci meus avos e por isso sempre senti muita falta desa convivencia, hoje tenho uma menina de 9 meses e fica o dia inteiro com minha mae e meu pai qu moram em um bairro proximo a minha casa, é incrivel como a relaçao avos e netinha é tao estreita , meus pais podem dar a ela muito mais atençao do q me deram e ela se apegou bastante a eles , nos fins de semana q ela (minha filha) fica em casa passa o dia inteiro chamando vovo...é muito lindo ...essa convivencia faz bem tanto pra minha filha quanto pros meus pais q ficam super felizes.....
Lis Barros - 13/04/2009 14:57
Moro em Lisboa e a minha mãe está em Natal, no Rio Grande do Norte. Durante 2 anos morei em Natal com meus filhos e foram anos muito felizes e a minha mãe tem grande responsabilidade nisto. Hoje estando longe, ela se faz presente enviando todos os meses via correio as revistas e livros infantis que saem aí nas bancas. Todos sentem muita falta dela, todas as vezes que nos falamos é como se um pouco do Brasil que nós tanto temos saudades estivesse junto de nós. Nas férias nós nos vemos, mas nunca é o suficiente porque ela tem muito amor para dar!


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